<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>URBANISMO.ARQ.BR</title>
	<atom:link href="http://urbanismo.arq.br/metropolis/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis</link>
	<description>urbanismo e coisa e tal ...</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 May 2012 23:37:11 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
		<item>
		<title>A segregação sobre o corpo</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/04/21/a-segregacao-sobre-o-corpo/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/04/21/a-segregacao-sobre-o-corpo/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 21 Apr 2012 18:37:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[papers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1537</guid>
		<description><![CDATA[Apresentamos uma coleção de quatro artigos sobre a "segregação sobre o corpo", que vai além da segregação territorial e opera sob forma de redes sociais atuando e se movendo no espaço urbano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/04/Projeto-Segregação_E+M-R-copia-530x572.png" alt="" width="530" height="572" class="aligncenter size-large wp-image-1538" /></p>
<p>Apresentamos uma coleção de quatro artigos que desenvolvem a abordagem que chamo “segregação sobre o corpo”, que tem a intenção de  ir além da segregação territorial, por reconhecer formas de segregação que operam sob forma de atores e redes sociais atuando no espaço urbano. </p>
<p>&#8220;A restrição da interação e as tramas do afastamento social&#8221; é um artigo inédito que resgata a ideia original de &#8220;segregação como restrição do contato social&#8221; como forma de reduzir a confusão entre &#8220;segregação social&#8221; e &#8220;segregação espacial&#8221; onde entendemos equivocadamente a segunda como explicação suficiente para a primeira.</p>
<p>&#8220;Classe social, mobilidade e apropriação do espaço urbano&#8221; e &#8220;Dinâmicas de segregação&#8221; são revisões profundas de artigos já publicados (um deles premiado como Melhor Artigo no VIII ENANPUR, área Forma Urbana, em co-autoria com Romulo Krafta).</p>
<p>&#8220;Redes sociais na cidade, ou a condição urbana da coexistência&#8221; é um artigo recente que encontra aqui ampliação de seu estudo de caso (em co-autoria com Roberto Paschoalino e Maíra Pinheiro).</p>
<p>&#8220;Segregação é uma forma de restrição da interação. Um aspecto intrigante e difícil da segregação é que carregamos os sinais das idiossincrasias que definem nossas identidades – sinais que não podem ser evitados ou abandonados; exatamente os sinais pelos quais somos reconhecidos e diferenciados. Se pensarmos em segregação como uma forma de restrição à interação, perceberemos que ela envolve o corpo e é reconhecida na presença ou ausência do próprio corpo. Se concordarmos com essa definição inicial, poderemos também admitir que o problema da segregação segue vivo aí fora. Profundo, torna-se visível quando carros são queimados em Paris, ou nos ônibus distintos dos imigrantes em Roma, em diferentes áreas para diferentes classes sociais no Rio de Janeiro ou para grupos étnicos em Londres e cidades americanas. O espaço urbano é usualmente tido como a materialização e o meio para a segregação. Por opção ou por não haver opção, grupos compartilhando crenças, comportamentos, raça, classe, estilos de vida ou níveis de renda vivem próximos entre si. Vemos a segregação espacial como um meio para instalar a distância social. O espaço separa.</p>
<p>Entretanto, as pessoas dificilmente ficariam estáticas em áreas segregadas. Elas se movem na cidade e vão a diferentes áreas em diferentes situações. [...] Mas se somos tão móveis, por que o Outro permanece quase um desconhecido? O cerne do meu argumento é que, dado que nossas sociedades são sistemas de encontro envolvendo alta mobilidade e complexidade, temos de ver o espaço para além das visões usuais da segregação espacial ou territorial.&#8221;<br />
(&#8220;A restrição da interação e as tramas do afastamento social&#8221;)</p>
<p>Netto (2012) A segregacao sobre o corpo</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/04/21/a-segregacao-sobre-o-corpo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Comunicação e espaço: o papel da arquitetura e da cidade na associação dos atos</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/26/comunicacao-e-espaco/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/26/comunicacao-e-espaco/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2012 17:34:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[papers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1478</guid>
		<description><![CDATA[NOVO POST: O problema da materialidade da comunicação tem ganhado considerável interesse, sobretudo em função do impacto de novas tecnologias. O artigo explora a possibilidade de um giro de paradigma em direção à comunicação ou, mais precisamente, o lugar dos espaços da arquitetura e da cidade no modo como nos comunicamos e vivemos em sociedade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/02/A-construcao-da-teoaria-sintaxe-x-semantica-no-urbano-1-530x227.jpg" alt="" width="530" height="227" class="aligncenter size-large wp-image-1479" /></p>
<p>NOVO POST: O problema da materialidade da <strong>comunicação</strong> tem ganhado considerável interesse, sobretudo em função do impacto de novas tecnologias. O artigo busca apontar <strong>o lugar dos espaços da arquitetura e da cidade no modo como nos comunicamos e vivemos em sociedade</strong>.<br />
</em><br />
Explora a possibilidade de um <strong>giro de paradigma em direção à comunicação</strong> ou, mais precisamente, ao papel do espaço nas comunicações que constituem a socialização e as tramas de nossos atos.</p>
<p>Comunicacao e espaco &#8211; Cadernos Proarq &#8211; Netto 2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/26/comunicacao-e-espaco/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Novos posts: crise urbana + Saskia Sassen e a &#8220;rua global&#8221; + Divulgando pesquisa em rede</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/23/novos-posts-crise-urbana-saskia-sassen-e-a-rua-global-divulgando-pesquisa-em-rede/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/23/novos-posts-crise-urbana-saskia-sassen-e-a-rua-global-divulgando-pesquisa-em-rede/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 12:53:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1423</guid>
		<description><![CDATA[Um conjunto de links de interesse ao pessoal ligado no tema urbano: Dados sobre o alarmante estado da mobilidade e taxas veiculares nas metrópoles: Da crise da mobilidade ao apagão urbano &#8220;&#8230; teremos que optar por realizar uma Reforma Urbana cuja realização eventualmente pode implicar na reorientação da direção e do ritmo desta trajetória de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um conjunto de links de interesse ao pessoal ligado no tema urbano:</p>
<p>Dados sobre o alarmante estado da mobilidade e taxas veiculares nas metrópoles:</p>
<p>Da crise da mobilidade ao apagão urbano</p>
<p><a href="http://web.observatoriodasmetropoles.net/index.php?option=com_k2&amp;view=item&amp;id=161%3Ada-crise-da-mobilidade-ao-apag%C3%A3o-urbano&amp;Itemid=165&amp;lang=pt"></a></p>
<p>&#8220;&#8230; teremos que optar por realizar uma Reforma Urbana cuja realização eventualmente pode implicar na reorientação da direção e do ritmo desta trajetória de mudança. Não realizá-la, por outro lado, certamente significará que encontraremos em poucos anos o obstáculo do apagão urbano, cujas consequências serão maiores e mais graves que a diminuição do ritmo de crescimento: a consolidação exacerbada do modelo urbano brasileiro de mal-estar coletivo, em razão do aprofundamento da degradação social, urbanística e ambiental das metrópoles.&#8221;</p>
<p>SASKIA SASSEN: A &#8220;RUA GLOBAL E A DEMOCRACIA DOS SEM-PODER:<br />
The Global Street or the Democracy of the Powerless: <br />
Saskia Sassen on the role of public space and the Occupy movement </p>
<p><a href="http://kulturaliberalna.pl/2012/02/20/the-global-street-or-the-democracy-of-the-powerless/"></a></p>
<p>COMO AUMENTAR O IMPACTO DE SUA PESQUISA:<br />
Increasing your academic footprint: using Twitter in university research, teaching and impact activities |http://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/files/2011/11/Published-Twitter_Guide_Sept_2011.pdf </p>
<p>Becoming a Networked Researcher – using social media for research and researcher development |http://blogs.lse.ac.uk/impactofsocialsciences/2011/07/07/becoming-a-networked-researcher-using-social-media-for-research/</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/23/novos-posts-crise-urbana-saskia-sassen-e-a-rua-global-divulgando-pesquisa-em-rede/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Um estudo empírico sobre o efeito social da morfologia arquitetônica</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/19/um-estudo-empirico-sobre-o-efeito-social-da-morfologia-arquitetonica/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/19/um-estudo-empirico-sobre-o-efeito-social-da-morfologia-arquitetonica/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 19 Feb 2012 19:16:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[destaqueublog]]></category>
		<category><![CDATA[escritos]]></category>
		<category><![CDATA[ublog]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1350</guid>
		<description><![CDATA[Se tipos arquitetônicos geram percepções diferenciadas, teriam efeitos sociais também diferentes? Nossa hipótese é que, propriedades como acessibilidade e densidade iguais, o tipo (a) divisa responderia mais adequadamente a vida social e microeconômica na escala local, ao relacionar-se mais diretamente aos espaços públicos e permitir uma relação intensa entre atividades e pedestres por meio das fachdas contíguas. Nossa hipótese também aponta para a possibilidade de que o tipo (b) torre teria efeitos opostos a (a) como função do quão largos são os afastamentos do edifício dos limites do lote, as distâncias entre edifícios e em relação a faixa pedestre. ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_1352" class="wp-caption aligncenter" style="width: 443px"><img src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/02/Tipos-Rio.jpg" alt="" width="433" height="514" class="size-full wp-image-1352" /><p class="wp-caption-text"><em>Tipos arquitetônicos e as severas diferenças morfológicas que engendram: impactos também distintos sobre a apropriação social do espaço e aspectos de desempenho urbano?</em> (imagens: googlemaps e googleeyestreetview)</p></div>
<p>Se tipos arquitetônicos geram percepções diferenciadas, teriam efeitos sociais também diferentes? Estudos, acompanhados de observações empíricas menos sistemáticas, sugerem uma hipótese de fundo para a relação entre forma arquitetônica-urbana e dinâmicas sociais locais. </p>
<div id="attachment_1359" class="wp-caption aligncenter" style="width: 540px"><img src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/02/Screen-shot-2012-02-19-at-5.19.18-PM-530x275.png" alt="" width="530" height="275" class="size-large wp-image-1359" /><p class="wp-caption-text"><em>Hipótese de fundo: a dissolução de tecido urbano como indutora da dissolução de redes de trocas locais na cidade.</em></p></div>
<p>Nossa hipótese é que, propriedades como acessibilidade e densidade iguais, o <strong>tipo (a) divisa</strong> responderia mais adequadamente a vida social e microeconômica na escala local, ao relacionar-se mais diretamente aos espaços públicos e permitir uma relação intensa entre atividades e pedestres por meio das fachadas contíguas. Nossa hipótese também aponta para a possibilidade de que o <strong>tipo (b) torre</strong> teria efeitos opostos a (a) como função do quão largos são os afastamentos do edifício dos limites do lote, as distâncias entre edifícios e em relação a faixa pedestre. Esses fatores afetariam os níveis de movimento pedestre e trariam dificuldades a atividades comerciais, com efeitos potenciais de larga-escala quanto ao desempenho urbano, como a dependência veicular. Quanto mais dominante for (b) em uma área urbana, menos pedestres e atividades comerciais seriam achadas. Já o <strong>tipo (c) híbrido</strong> teria um desempenho levemente positivo, em função de sua configuração e fachadas possuírem características mistas.</p>
<div id="attachment_1353" class="wp-caption aligncenter" style="width: 457px"><img src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/02/Hipotese-Tipos-e-Efeitos1.jpg" alt="" width="447" height="215" class="size-full wp-image-1353" /><p class="wp-caption-text"><em>A hipótese dos efeitos sociais da arquitetura  (imagens: Julio Vargas).</em></p></div>
<p>Chamo a atenção para o que pode ser um problema grave e crescente em nossas cidades, aparente em um estudo conduzido recentemente no Rio de Janeiro, onde aplicou-se uma metodologia desenvolvida por um grupo de pesquisadores de quatro universidades brasileiras.  Estamos pesquisando sinais de <strong>associação entre a presença de certos tipos arquitetônicos e itens das dinâmicas sociais e económicas de caráter local</strong> (uso pedestre do espaço para circulação e interação; presença de atividades comerciais e de serviços &#8211; aspectos da vida social e microeconomia que reunimos sob o bem-conhecido termo “vitalidade urbana”). Nossas hipóteses acompanharam observações e intuições de muitos: a diluição do tecido urbano na forma de tipos arquitetônicos caracterizados por recuos entre si e em relação a rua.<br />
</em><br />
Desenvolvemos uma metodologia para permitir o <em>controle dos níveis de acessibilidade e densidade</em> em áreas urbanas sob estudo, de forma a <strong>examinarmos com mais precisão as variações na morfologia arquitetônica</strong>, e relacionar a <em>distribuição de tipos e características na geometria das implantações e fachadas à distribuição das variáveis sociais e microeconômicas mencionadas</em>.<br />
</em><br />
Analisamos 24 áreas na cidade do Rio de Janeiro, selecionadas aleatoriamente, e levantamos 249 trechos de quarteirão e cerca de 3800 edifícios, dispostos em 3 conjuntos de amostra, cada um com um nível distinto de acessibilidade (entenda-se como acessibilidade permitida pela rede de ruas e suas hierarquias mensuradas via medidas topológicas), baixa, média e alta. Controlamos ainda as densidades nessas áreas. Nossos achados são preocupantes.</p>
<div id="attachment_1374" class="wp-caption aligncenter" style="width: 540px"><img src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/02/Áreas-Selecionadas-para-Levantamento_1-530x409.jpg" alt="" width="530" height="409" class="size-large wp-image-1374" /><p class="wp-caption-text"><em>Áreas aleatoriamente selecionadas no Rio de Janeiro, em três níveis de acessibilidade: alta (vermelha), média (azul) e baixa (verde)</em></p></div>
<p><strong>Correlações em áreas de uma das faixas de acessibilidade analisadas</strong><br />
Lembrando que correlações baseadas no coeficiente de Pearson variam entre zero e +1 ou -1 (correlação perfeita positiva ou negativa), verificamos que tipos arquitetônicos tendem a ter correlações consistentes e expressivas com a presença – ou ausência – de pedestres, comércios e serviços, ou seu oposto. A correlação encontrada em uma das faixas de acessibilidade (a de maior convergência entre padrões urbanos e tempo de urbanização) entre edifícios do <strong>tipo (a) divisa</strong> e <em>movimento pedestre</em> foi de 0.321, e entre tipo (a) e a presença de <em>térreos com comércios ou serviços</em>, fundamentais para a vitalidade social das ruas, de 0.414. Já a correlação entre o edifício <strong>tipo (b) torre</strong>  e <em>movimento pedestre</em> é de -0.336; entre torres e <em>atividades de comércios ou serviços em térreos</em>, -0.414, o reverso exato do tipo (a). Também dando suporte às hipóteses definidas acima, o <strong>tipo (c) híbrido</strong> apresenta correlação de 0.098 com movimento pedestre, sem relevância, e 0.169 com atividades comerciais, sugerindo uma presença ligeiramente positiva associada à dinâmicas microeconômicas locais.<br />
</em><br />
Investigamos ainda a relação entre diversidade de atividades medida por um índice de distribuição de categorias (residencial, comércio, serviços e institucional) tanto em térreos quanto em pavimentos superiores, e variáveis pedestres como movimento e presença de grupos estáticos no espaço público da rua. A correlação entre <strong>diversidade de atividades em térreos</strong> e <em>movimento pedestre</em> é positiva (0.326), assim como com <em>grupos estáticos</em> (0.510). A <strong>diversidade de atividades em pavimentos superiores</strong> também é um fator que coincide com movimento pedestre (0.345) e, de modo mais marcante, com a presença de grupos estáticos na rua (0.475), dando suporte a hipótese jacobiana da associação urbana entre diversidade de usos e vitalidade.<br />
</em><br />
E quanto as relações entre diversidade de atividades e tipos arquitetônicos? Encontramos correlações positivas de 0.419 entre <strong>diversidade no térreo</strong> e o <em>tipo (a) divisa</em>, -0.449 para o <em>tipo (b) torre</em>, e 0.179 para o <em>tipo (c) híbrido</em>. Temos assim uma nova reversão entre o comportamento dos tipos (a) e (b), com associação estatisticamente significativa entre diversidade e tipos, apontando a redução drástica de diversidade para áreas de predominância do tipo (b). A <strong>diversidade de atividades em pavimentos superiores</strong> mantém essa tendência: a correlação com o <strong>tipo</strong> (a) divisa é de 0.519; com o tipo (b) de -0.549; com o tipo (c) de 0.179. Os dados mostram uma conjunção marcante entre diferentes arquiteturas, diversidade e apropriação das ruas, e reforçam a hipótese do papel benéfico do tipo divisa para a vitalidade urbana.<br />
</em><br />
Analisamos ainda as correlações entre variáveis socioeconômicas locais e outros aspectos arquitetônicos mais detalhados, verificando coincidências significativas. A <strong>densidade de portas</strong> tem fortes correlações com <em>movimento pedestre</em> (0.680), <em>grupos estáticos</em> (0.437), <em>atividades comerciais</em> (0.568) e <em>diversidade de atividades no térreo</em> (0.395). A <strong>densidade de janelas</strong> também apresenta altas correlações com movimento pedestre (0.723), grupos estáticos (0.501), atividades comerciais (0.511) e diversidade de atividades no térreo (0.338). Esses fatores de permeabilidade edifício-rua se mostram assim bastante associados à vitalidade urbana.<br />
</em><br />
Agora vejamos como eles se sobrepõem aos tipos arquitetônicos. A correlação da <strong>densidade de portas</strong> com o <em><strong>tipo</strong> (a) divisa</em> é expressiva, sendo de 0.545; com o <em>tipo (b) torre</em>, -0.562 e com o <em>tipo (c) híbrido</em>, 0.112. Já entre <strong>densidade de janelas</strong> e tipos, temos ligeira queda: (a) 0.285, (b) -0.289 e (c) 0.035. A combinação entre correlações entre variáveis socioeconômicas, fatores de fachada e tipos dados mostra que o tipo contíguo (a) favorece a porosidade entre arquitetura e espaço público, e que essa porosidade é associada positivamente com a presença de pedestres e atividades – em proporção inversa para o tipo (b) torre.<br />
</em><br />
Essa tendência é similar para a interface edifício-espaço público sob forma dos afastamentos frontais e das bordas entre lote e passeio. As correlações entre <strong>muros</strong> e <em>movimento pedestre</em> (-0.477) e muros e <em>grupos estáticos na rua</em> (-0.506) são bastante negativas, seguidas por <em>atividades comerciais de térreo</em> (-0.496) e <em>diversidade</em> (-0.449). Apresentam um menor grau entre <strong>grades</strong> e movimento pedestre (-0.196) e grades e grupos estáticos na rua (-0.096); e grades e atividades comerciais de térreo (-0.199) e diversidade (0.079). Já as correlações entre <strong>lotes abertos</strong>, movimento pedestre e grupos estáticos são fortemente positivas, 0.627 e 0.589 respectivamente; sendo semelhantes com atividades comerciais de terreo (0.650) e diversidade (0.410).<br />
</em><br />
Essas observações reforçam a impressão de senso comum de que muros e grades impactam negativamente o uso pedestre do espaço público e as atividades comerciais ao nível do térreo.<br />
</em><br />
Mas vejamos agora as correlaçoes <strong>muros</strong> e <strong><em>tipos</em></strong>: (a) -0.423, (b) 0.418 e (c) 0.010; entre <strong>grades</strong> e tipos: (a) 0.237, (b) -0.217 e (c) -0.102; e finalmente entre <strong>lotes abertos</strong> e tipos: (a) 0.276, (b) -0.285, (c) 0.060.  Esses itens combinados mostram que a forte associação entre recuos e muros e o tipo (b) torre, hoje o preferido pelo mercado imobiliário – fatores de permeabilidade entre arquitetura e rua que terminam por apresentar estatisticamente uma relação problemática com a vitalidade urbana.<br />
</em><br />
Outras faixas de acessibilidade tem resultados com variações eventualmente intrigantes, seguindo contudo a tendência dos sinais positivos e negativos encontrada acima, ainda que geralmente em menor intensidade. Considerando a complexidade de fatores urbanos envolvidos na produção e reprodução de dinâmicas sociais e microeconômicas, essas correlações são altamente relevantes.<br />
</em><br />
Gravemente, o estudo empírico rigoroso nos mostra que os dois tipos arquitetônicos mais presentes em nossas cidades aparecem associados de modo inverso e significativo com intensidades sociais e econômicas locais bastante distintas e . Essa diferença merece atenção na prática da arquitetura e do planejamento urbano, dada essa fixação do mercado imobiliário no tipo torre, associado à diluição da vida social e microeconômica no espaço público. Os danos estão em progresso e, como arquitetos Brasil afora, temos fechado os olhos.<br />
</em><br />
</em><br />
Pesquisadores:<br />
Vinicius M Netto, <em>Universidade Federal Fluminense</em><br />
Renato Saboya, <em>Universidade Federal de Santa Catarina</em><br />
Julio Vargas, <em>Universidade Federal do Rio Grande do Sul</em><br />
Lucas Figueiredo, <em>Universidade Federal da Paraíba</em><br />
</em><br />
</em><br />
[PARA SABER MAIS, ACESSE: http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/the-convergence-of-patterns-in-the-city-isolating-the-effects-of-architectural-morphology-on-movement-and-activity/]</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/19/um-estudo-empirico-sobre-o-efeito-social-da-morfologia-arquitetonica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/12/screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/12/screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 12 Feb 2012 21:55:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/12/screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm/</guid>
		<description><![CDATA[]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<a href="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/gallery/destaque_1/screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm.png" title="" class="shutterset_singlepic14" >
	<img class="ngg-singlepic" src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/gallery/cache/14__66x66_screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm.png" alt="screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm" title="screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm" />
</a>

]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/12/screen-shot-2012-02-05-at-8-35-31-pm/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Cidades Partidas</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/05/cidades-partidas/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/05/cidades-partidas/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 23:17:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[escritos]]></category>
		<category><![CDATA[geral]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1312</guid>
		<description><![CDATA[O incidente do desabamento dos edifícios no Rio de Janeiro como sintoma de um problema mais amplo e perturbador: a exaustão das estruturas e infraestruturas das metrópoles brasileiras. Há um problema sistêmico por trás das imagens de engarrafamentos, casas descendo morros, bueiros voadores e bondes desgovernados que vemos nos noticiários do País.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/02/Screen-shot-2012-02-05-at-8.35.31-PM2-e1329082407235.png" alt="" width="375" height="328" class="aligncenter size-full wp-image-1325" /></p>
<p>O incidente do desabamento dos edifícios no Rio de Janeiro como sintoma de um problema mais amplo e perturbador: a exaustão das estruturas e infraestruturas das metrópoles brasileiras. Há um problema sistêmico por trás das imagens de engarrafamentos, casas descendo morros, bueiros voadores e bondes desgovernados que vemos nos noticiários do País.</p>
<p>http://www.estadao.com.br/noticias/geral,cidades-partidas,831519,0.htm</p>
<p>Entrevista Estadao 050212</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/02/05/cidades-partidas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>The convergence of patterns in the city: (Isolating) the effects of architectural morphology on movement and activity</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/the-convergence-of-patterns-in-the-city-isolating-the-effects-of-architectural-morphology-on-movement-and-activity/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/the-convergence-of-patterns-in-the-city-isolating-the-effects-of-architectural-morphology-on-movement-and-activity/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:57:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[papers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1263</guid>
		<description><![CDATA[Our paper introduces the theoretical and methodological grounds for a new approach to problems of internal relations between urban patterns. The first problem relates to the conditions of convergence of patterns of accessibility, location, density and pedestrian movement. The second problem addresses the effects of architectural typologies on local socioeconomic processes.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1264" src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/01/Screen-shot-2011-12-27-at-10.00.17-AM.png" alt="" width="433" height="572" /></p>
<p>autores:<br />
<strong>Vinicius M NETTO<br />
</strong><strong>Renato SABOYA<br />
</strong><strong>Julio VARGAS<br />
</strong><strong>Lucas FIGUEIREDO<br />
</strong><strong>Cássio FREITAS<br />
</strong><strong>Maíra PINHEIRO</strong><br />
&nbsp;<br />
Our paper introduces the theoretical and methodological grounds for a new approach to problems of internal relations between urban patterns in the city creation process. The first problem relates to the conditions of convergence of patterns of accessibility, location, density and pedestrian movement – distinct material processes whose deep mutual implications seem to tie and mix them in the form of the city itself. The second problem addresses a specific set of pattern relations. The paper unfolds a method aimed at identifying the effects of architectural typologies on local socioeconomic processes with potential large scale effects independently from the effects of the street network. We apply the approach in an empirical study in twenty four areas in Rio de Janeiro. Such methodology allows to assess more precisely what has been defined, since Jacobs’ seminal work, as “urban vitality”, a set of social and microeconomic qualities in cities – and go back to a question that puzzles the architectural imagination: can buildings affect their urban surroundings? Would distinct architectural morphologies have distinct effects over local socioeconomic processes? Or, does architecture matter to urban vitality?<br />
</em></p>
<p>http://www.sss8.cl/media/upload/paginas/seccion/8167.pdf</p>
<p>The convergence of patterns in the city &#8211; (Isolating) the effects of architectural morphology 2012</p>
<p>APRESENTAÇÃO NO CHILE:<br />

<a href='http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/the-convergence-of-patterns-in-the-city-isolating-the-effects-of-architectural-morphology-on-movement-and-activity/screen-shot-2011-12-27-at-10-00-17-am/' title='Screen shot 2011-12-27 at 10.00.17 AM'><img width="120" height="120" src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/01/Screen-shot-2011-12-27-at-10.00.17-AM-120x120.png" class="attachment-thumbnail" alt="Screen shot 2011-12-27 at 10.00.17 AM" title="Screen shot 2011-12-27 at 10.00.17 AM" /></a>
</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/the-convergence-of-patterns-in-the-city-isolating-the-effects-of-architectural-morphology-on-movement-and-activity/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Entre espaços urbanos e digitais,  ou o desdobramento da prática</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/entre-espacos-urbanos-e-digitais-ou-o-desdobramento-da-pratica/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/entre-espacos-urbanos-e-digitais-ou-o-desdobramento-da-pratica/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:35:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[papers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1256</guid>
		<description><![CDATA[O trabalho discute a natureza dos espaços urbanos e digitais, e os modos como a prática social emerge e se bifurca entre a experiência histórica dos lugares da cidade, e a materialidade elusiva das redes digitais e telemáticas de comunicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1258" src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/01/Urbe1.jpg" alt="" width="91" height="56" /></p>
<p>O trabalho discute a natureza dos espaços urbanos e digitais, e os modos como a prática social emerge e se bifurca entre a experiência histórica dos lugares da cidade, e a materialidade elusiva das redes digitais e telemáticas de comunicação – uma realidade marcada por propriedades como transpacialidade e mobilidade, multiplicidade e simultaneidade.</p>
<p><em> </em></p>
<p><em>Revista Brasileira de Gestão Urbana – URBE, 2011</em></p>
<p><a href="http://www2.pucpr.br/reol/index.php/URBE?dd1=4764&amp;dd99=view">Entre espacos urbanos e digitais &#8211; Urbe &#8211; Netto 2011</a></p>
<p><em><br />
</em></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/entre-espacos-urbanos-e-digitais-ou-o-desdobramento-da-pratica/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Urban Built Form Grows Critical</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/urban-built-form-grows-critical/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/urban-built-form-grows-critical/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:24:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[papers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1251</guid>
		<description><![CDATA[Our paper suggests that changes of the inner urban built form could be explained as a result of a process of self-organized criticality. Once reached this critical point, the urban system stays around it, combining outer and inner growth.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1252" src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/01/Cybergeo.jpg" alt="" width="127" height="61" /></p>
<p>Romulo Krafta, Vinicius M Netto, Leonardo Lima</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Our paper suggests that changes of the inner urban built form could be explained as a result of a process of self-organized criticality. Once reached this critical point, the urban system stays around it, combining outer and inner growth. The hypothesis is tested through the comparative evolution of different land, built form and location values within a period of continuous urban growth.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>http://cybergeo.revues.org/24787</p>
<p><a href='http://cybergeo.revues.org/24787'>European Journal of Geography &#8211; Cybergeo | Urban built form grows critical</a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/urban-built-form-grows-critical/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Forma Urbana, Dinâmica Espacial e Criticalidade Auto-Organizada</title>
		<link>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/forma-urbana-dinamica-espacial-e-criticalidade-auto-organizada/</link>
		<comments>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/forma-urbana-dinamica-espacial-e-criticalidade-auto-organizada/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2012 16:12:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Vinicius M Netto</dc:creator>
				<category><![CDATA[destaque]]></category>
		<category><![CDATA[papers]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://urbanismo.arq.br/metropolis/?p=1246</guid>
		<description><![CDATA[O artigo explora a possibilidade de explanar as mudanças da forma construída urbana como o resultado de um processo de criticalidade auto-organizada (CAO). Uma vez atingido esse ponto, modificações estruturais seriam comparáveis às mudanças catastróficas características dos sistemas CAO.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-1247" src="http://urbanismo.arq.br/metropolis/wp-content/uploads/2012/01/XIV-Enanpur-e1326125223381.png" alt="" width="180" height="62" /></p>
<p>Romulo Krafta, Vinicius M. Netto</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O artigo explora a possibilidade de explanar as mudanças da forma construída urbana como o resultado de um processo de criticalidade auto-organizada (CAO). Uma vez atingido esse ponto, modificações estruturais seriam comparáveis às mudanças catastróficas características dos sistemas CAO. A hipótese é testada através da evolução comparativa dos valores da terra e das localizações urbanas num contexto de contínuo crescimento urbano. O monitoramento do processo é feito mediante indicadores comparartivos extraídos por simulação de dinâmica sociospacial.</p>
<p>Forma urbana, dinamica espacial e criticalidade auto-organizada &#8211; Krafta e Netto 2011</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://urbanismo.arq.br/metropolis/2012/01/09/forma-urbana-dinamica-espacial-e-criticalidade-auto-organizada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

